
Alguns conhecem o termo acima, em alemão, por um nome mais simples: Gestapo. Era a polícia secreta do líder alemão Adolf Hitler (Polícia Secreta do Estado, em tradução livre), organização nazista que investigava e prendia – muitas vezes sob tortura – opositores do regime.
Curiosamente, cometia atrocidades com base no Decreto do Presidente do Reich para a Proteção do povo e do Estado. O povo, como se sabe, não tinha nada com isso.
O Maranhão acordou ontem sacudido pela notícia de que – não fosse a revelação da imprensa, notadamente de O Estado –, o governo Flávio Dino (PCdoB) pode ter tentado implantar algo parecido.
A distribuição de um memorando pelo Comando da PM em Barra do Corda era claro: os militares da região deveriam identificar e cadastrar lideranças políticas que fazem oposição ao regime comunista maranhense. Todos potenciais causadores de “embaraço ao pleito eleitoral”.
A ordem específica – de “fichar” apenas opositores – evidencia o caráter eleitoral do uso da estrutura da PM contra adversários.
Foi uma desastrada tentativa de criação da Geheime Staatspolizei do Maranhão. Felizmente abortada no nascedouro pela divulgação do caso.
Repercussão – Ganhou rápida repercussão nacional a notícia sobre a espionagem do governo Flávio Dino contra opositores no Maranhão.
Jornalistas e veículos de todo o país assustaram-se com a postura da PM local, sendo usada para perseguir adversários políticos.
E ninguém parece ter engolido o argumento do Palácio dos Leões de que não houve comando superior para a ordem.

A Circular número 08/2018, atribuída ao Comando de Policiamento de Área do Interior, e que circula em redes sociais e grupos de WhatsApp desde ontem, é mais um escândalo com a marca do governo Flávio Dino. E confirma com todas as letras o aparelhamento do sistema de Segurança Pública pelo PCdoB, com o objetivo de monitorar, constranger e perseguir adversários do governador no interior maranhense.
O documento pede, “em caráter de urgência”, que as unidades policiais do interior informem “as lideranças que fazem oposição ao governo local (exprefeito, ex-deputado, ex-vereador) ou ao Governo do Estado, em cada cidade, que podem causar embaraços no pleito eleitoral”.
A ordem é uma afronta aos direitos fundamentais do cidadão. É típica dos estados policialescos implantados pelo comunismo mundo afora. E ideia do representante maior do comunista maranhense usa o aparelho policial abertamente contra seus adversários.
Dino aparelha a Polícia Militar desde o início do seu governo. Tentou criar a figura do oficial temporário, botou pela janela um batalhão de pastores evangélicos, como oficiais, sem concurso, em troca de votos, e tem “formado” soldados a toque de caixa, com reduzido tempo de preparação e o doutrinamento para seguir como agentes do governo comunista.
Mas a revelação de que usa a política em interesse próprio remete o Maranhão aos tempos mais duros da ditadura, quando a polícia passou a perseguir todos que não tivessem vínculo com os chefes de governo da época. É a PM transformada por Dino em polícia política. E todos sabem o fim dessa história.
Direitos humanos – Os deputados federais da oposição maranhense pretendem acionar os organismos internacionais de segurança e Direito Humanos.
Eles entendem que a circular da PMMA é a prova de que se implantou no Maranhão uma espécie de enclave ditatorial comunista, que pode oferecer riscos aos cidadãos.
A ideia é expor o aparelhamento da PM e a transformação dos setores de segurança em polícia política.
Estado Maior
Em tempo: A PM, através de Nota, assegura que o documento foi um equívoco e que providências serão tomadas (veja).
veja o vídeo
Gravíssimo! Comunista Flávio Dino e flagrado tentando implantar “ditadura” no Maranhão
segue o link www.youtube.com/watch? v=dbHIRSlAYqs&feature=push-u-sub&attr_tag=NDp7hpHfA6dO3tyQ-6
Fonte: Blog do Jorge Aragão